Batalhão  2908

 

Unango - Macaloge - Pauila

 
1970

MOÇAMBIQUE

1972

 
 
 
  Guerra nos Céus Guerra Subterrânea Patrulhamento Picagem e Itinerários  
           
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A Voz da Revolução / FRELIMO
 
 

Guerra nos Céus

 Aeronaves

OS AVIÕES utilizados pela força Aérea Portuguesa durante a guerra podem se classificados, segundo as missões principais, em aparelhos e transporte pesado, transporte médio, de observação e ligação e de combate.

     Avião NORD-ATLAS

O Nord-Atlas  pelas suas características de robustez, nomeadamente a capacidade para alterar e deslocar em pistas curtas e com mau piso, foi o grande meio de apoio nos teatros de operações, servindo ainda como lançador de pára –quedistas.

Entre os aviões de combate que equiparam a força aérea durante a guerra colonial, é o

Avião de Ataque T 6

T-6. Foi também utilizado para missões de ataque ao solo e reconhecimento armado no teatro de operações. Podia ser munido de bombas, metralhadoras  e foguetes sob as asas.  

Aviões FIAT

Um dos mais utilizados aviões de combate foi o FIAT adquirido á República  Federal da Alemanha. Destinava-se a missões de ataque ao solo e reconhecimento fotográfico, podendo ser armado com metralhadoras e bombas.

Avião DO

Os aviões de observação e ligação destinavam-se a apoiar as operações terrestres através das missões de observação e reconhecimento (RVIS), de ligação e transporte limitado. A aeronave característica desta missão, foi a DO-27, da qual a Força Aérea teve ao serviço, nos teatros de operações. Estes aviões ligeiros foram adquiridos para operação no Ultramar, em missões de transporte ligeiro, evacuação sanitária e reconhecimento armado. Chegaram ainda a cumprir missões de combate, armados com dois ninhos de rockets  de 37 mm, apoiando forças terrestres em operações.   

 Helicópteros e Helicanhões

 AS MISSÔES de helicópteros Allouettes lll realizavam missões de transporte táctico em operações  de transporte logístico,   para lançar tropas em acções de assalto ou para evacuar feridos tornaram-se cada vez mais perigosas e delicadas á medida que os guerrilheiros aumentavam a sua capacidade para os atacar nos momentos críticos de aterragem e descolagem. Os de transporte passaram, assim, a ser protegidos por outros, armados com canhões de 20 mm, montado em suporte a bombordo, operado por um atirador que disparava atreves da porta aberta   que sobrevoavam a baixa altitude as zonas  próximas dos embarques e desembarques. Os helicópteros de transporte eram habitualmente designados por  nome de código «Canibais». Os Helicanhões, que apoiava as forças terrestres, protegiam outros helicópteros de transporte e faziam reconhecimento armado,  durante a guerra, eram designados por «Lobos Maus».      

 

Evacuação junto ao Rio MOOLA   Evacuação na Picada de Olivença
 
Prontos para a Operação Serra Jeci   Operação Helitransportada