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Guerra nos Céus
Aeronaves
OS AVIÕES
utilizados pela força Aérea Portuguesa durante a guerra
podem se classificados, segundo as missões principais,
em aparelhos e transporte pesado, transporte médio, de
observação e ligação e de combate.
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Avião NORD-ATLAS |
O Nord-Atlas pelas suas
características de robustez, nomeadamente a capacidade
para alterar e deslocar em pistas curtas e com mau piso,
foi o grande meio de apoio nos teatros de operações,
servindo ainda como lançador de pára –quedistas.
Entre os aviões de combate que
equiparam a força aérea durante a guerra colonial, é o
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Avião de
Ataque T 6 |
T-6. Foi também utilizado para
missões de ataque ao solo e reconhecimento armado no
teatro de operações. Podia ser munido de bombas,
metralhadoras e foguetes sob as asas.
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Aviões
FIAT |
Um dos mais utilizados aviões de
combate foi o FIAT adquirido á República Federal da
Alemanha. Destinava-se a missões de ataque ao solo e
reconhecimento fotográfico, podendo ser armado com
metralhadoras e bombas.
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Avião DO |
Os aviões de observação e
ligação destinavam-se a apoiar as operações terrestres
através das missões de observação e reconhecimento (RVIS),
de ligação e transporte limitado. A aeronave
característica desta missão, foi a DO-27, da qual a
Força Aérea teve ao serviço, nos teatros de operações.
Estes aviões ligeiros foram adquiridos para operação no
Ultramar, em missões de transporte ligeiro, evacuação
sanitária e reconhecimento armado. Chegaram ainda a
cumprir missões de combate, armados com dois ninhos de
rockets de 37 mm, apoiando forças terrestres em
operações.
Helicópteros
e Helicanhões
AS MISSÔES de helicópteros
Allouettes lll realizavam missões de transporte táctico
em operações de transporte logístico, para lançar
tropas em acções de assalto ou para evacuar feridos
tornaram-se cada vez mais perigosas e delicadas á medida
que os guerrilheiros aumentavam a sua capacidade para os
atacar nos momentos críticos de aterragem e descolagem.
Os de transporte passaram, assim, a ser protegidos por
outros, armados com canhões de 20 mm, montado em suporte
a bombordo, operado por um atirador que disparava
atreves da porta aberta que sobrevoavam a baixa
altitude as zonas próximas dos embarques e
desembarques. Os helicópteros de transporte eram
habitualmente designados por nome de código «Canibais».
Os Helicanhões, que apoiava as forças terrestres,
protegiam outros helicópteros de transporte e faziam
reconhecimento armado, durante a guerra, eram
designados por «Lobos Maus».
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